Doze milhões de nordestinos do semi-árido do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco têm sede, mesmo em um ano sem seca. Milhões de paraibanos do Cariri, do Curimataú, de parte do Sertão e até do Compartimento da Borborema sofrem a falta de água. Sem garantia de água de beber, cidades importantes, como Campina Grande e outras, têm seu desenvolvimento comprometido ou ameaçado. Por razões diversas, os grandes açudes do Nordeste podem dispor no máximo de 20% de suas reservas para o atendimento de uma demanda inevitavelmente crescente. Para a nossa Paraíba, a sede não é apenas uma ameaça futura. È um sofrimento presente e recorrente. |